Vou começar com palavras que já me percorreram e inclusive já devem ter soado aos ouvidos seus qualquer dia desses. Sábado fim de tarde. O dia inteiro foi lindo. Desde do primeiro um terço do dia. Logo pela manhã acordei e dei de cara-corpo com aquele clarão de sol entre o azul. Dia quente de luz bonita. Dia bonito que merece ser vivido do lado de fora. De casa ouço as gargalhadas de minha mãe ecoarem juntas com a de Katchuca. Elas se divertiam com algo que um sábado de sol sempre traz. Quando o dia está amarelo com azul céu penso que as pessoas ficam nesse mesmo colorido. O suor não incomoda. Faz brilhar em mim o dia que corre lá fora. Estou a suar um sábado de janeiro. Aquele que se apresenta logo no início de um ano que promete. É sinto assim: esse ano promete! Há algo em mim que se renova junto com a saída daquele e a chegada deste. Novo ano. Esperanças, sonhos e metas reenergizadas de um amor e de uma leveza incríveis. Quero mais sábados desse tipo e mais anos dessa cor. Gosto dos sábados, dos domingos e da semana que corre. Acho que bem gosto dos dias. Do dia a dia. A segunda que se cola na terça e assim sucessivamente... Rotina não me cansa. Faz-me enxergar o todo de maneira mais organizada e quase clean. Uma palavra estrangeira em meio a tantas outras que estão na ponta de nossa língua. Engraçado isso. Pode ser o curso de inglês dando resultado. Ê sábado que me dispersa e entorpece de alegrias. Fico mais bem humorada. Está tudo tão bonito lá fora. Acho que é hora de abandonar as teclas e viver o dia que me espera.
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