Rendada. Estendida. Numa casa de madeira, com cheiro de guardado, ela se põe sobre a comprida mesa da cozinha. Encontro. Passagem. Pratos quentes e frios. Maçãs vermelhas. Sobre ela tudo se deita. Descanso de prato. Talheres. Copos de vidro embaçados. Guardanapos. É chegada a hora do banquete.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Lá e cá tudo junto
O dia amanhece. Acorda depois de um longo descanso. Quando aqui é dia lá é noite. Acho curioso tudo isso. De um mundo sempre misto. Enquanto uns dormem outros amanhecem. Estou abaixo da linha do Equador. Naquilo que chamam de Sul América. Curioso isso tudo. Nomes que se criam. Territórios que se armam. Que bobagem tamanha essa nossa. Sejamos sem fronteiras. Fluidas fronteiras. Desterritorializar é um bom caminho. Permite o cruzamento. A interseção. Somos um grande emaranhado de linhas. Somos um imenso novelo redondo chamado planeta. Terra nossa. Greenwich meriadiano que nos funde. Linha do equador que nos enlaça. Sejamos uma confusão de tanta coisa junta. Sejamos, sendo, ser. Vivamos!!!
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Estou adorando viajar com vc sem fronteiras!
ResponderExcluirBelo blog Gabi. Textos interessantes. Aliás você mesma, em se tratando de Gabi, desde moleca, pequena que conheci, sempre interessante.
ResponderExcluirUm beijo no coração.
Beto