Um tanto de folhas espalhadas pelo chão e lançadas ao vento. Tempo. Nele acomodo o cansaço de dias corridos e mal dormidos. De noites estreitas e de cobertores curtos. Cubro o pé gelado em busca de maior conforto. Tento entregar o corpo dolorido as curvas estranhas da cama. Mal se deita já é hora de despertar para o dia. É preciso estar de pé ainda que a cabeça esteja na cama. Grudada no travesseiro branco que a esta hora já deve estar guardado no armário. A semana já começou e eu ainda vivendo o fim de semana que passou. Será que está na hora de me desprender do tempo, que tanto falo, e me jogar no vazio da não marcação das horas? Quero o gosto de música antiga embalando meus dias e noite de ninar. Quero dançar disforme a música.
Que lindo!!!! Agora estarei aqui direto lendo tudinho do seu blog!
ResponderExcluirUm grande beijo sua prima q te ama
Vanessa